No âmbito do projeto QIR – Querer Incluir é Património!, foram concebidas sete placas táteis, pensadas para proporcionar uma experiência sensorial e inclusiva a todos os visitantes, incluindo pessoas cegas e com baixa visão, bem como todos aqueles que desejem descobrir o património através de diferentes formas de perceção e conhecimento.
Ao promover novas formas de acesso e fruição do património, esta iniciativa procura contribuir para que o Museu seja um espaço cada vez mais inclusivo, adaptado à diversidade dos seus públicos, reafirmando que a acessibilidade é também uma forma de preservar, revitalizar e reimaginar o património para o futuro.
Associando-se ao tema das Jornadas Europeias do Património 2026 "Património em risco: reviver, resistir, reimaginar" , que este ano convida à reflexão sobre os desafios que ameaçam o património cultural e a importância de o tornar acessível e significativo para todos, o Palácio Nacional da Ajuda assinala esta data com com a disponibilização, a partir de 19 setembro 2026, de novos recursos de mediação tátil no seu percurso expositivo, reforçando o compromisso com a inclusão, a acessibilidade e a participação de todos.
Associando-se ao tema das Jornadas Europeias do Património 2026 "Património em risco: reviver, resistir, reimaginar" , que este ano convida à reflexão sobre os desafios que ameaçam o património cultural e a importância de o tornar acessível e significativo para todos, o Palácio Nacional da Ajuda assinala esta data com com a disponibilização, a partir de 19 setembro 2026, de novos recursos de mediação tátil no seu percurso expositivo, reforçando o compromisso com a inclusão, a acessibilidade e a participação de todos.
A concretização parcial deste projeto foi possível graças ao valioso apoio dos parceiros Centro Helen Keller, COOLture Tours, GAPNA – Grupo dos Amigos do Palácio Nacional da Ajuda, Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, Shine a Life e Time Travellers.